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Tapa buraco, Textos e Bateria

Escrito ao som de Brian Finnegan – Belfast

Mostrando que eu sou o mestre no photoshop

Mostrando que eu sou o mestre no photoshop


Mais uma vez aqui sem nenhum tipo de preparação para escrever, não que ter alguma vá disfarçar as minhas faltas na aula de português da professora Renata lá no ensino fundamental, mas eu gosto de me preparar para não ficar assim tão evidente meus erros de coesão, coerência, acentuação, gramática e…bom acho que deu para entender, até porque um dos objetivos disso tudo aqui também é praticar.
A verdade, é que estava escrevendo um texto sobre meu novo emprego que queria postar esse final de semana, obviamente não consegui termina-lo, juntamente com um outro post que também falhei miseravelmente(novidade,não?). E com isso descobri que só devo conseguir me esforçar um pouco mais por aqui depois do dia 11 de abril que é quando faço minha prova do IELTS, isso se eu passar, caso contrário mais algumas semanas de estudo. E não querendo deixar passar mais um final de semana sem atualização, resolvi criar esse texto aqui diretinho da minha cabeça para ser um tapa buraco. Será que eu deveria contar uma piada? Bom, isso seria extremamente fácil, pois seria só jogar no Santo Google, então vou contar algumas peculiaridades dessas ultimas semanas:

Seguindo essa mesma linha de atrasar textos, eu não iria postar o “Madrugadas”( ultimo post) na semana passada, isso porque eu estou totalmente sem ideias para escrever poeminhas e/ou histórias como tinha antigamente, e por alguma razão maluca da minha cabeça, que acredito um dia será usada para experiências humanas e alienígenas, decidi colocar pequenas mensagens subliminares o que de forma bizarra me motivou para escrever e surgir novas ideias.

Parece que eu tenho uma bateria em casa e consequentemente novos inimigos na vizinhança. Depois de me mudar para a rua pacata com cinco cachorros barulhentos onde a maioria dos moradores são idosos, acho que agora eles tem mais um motivo para olhar torto na nossa cara quando saímos para rua. Não que isso vá fazer diferença para mim já que raramente saio de casa, mas nunca se sabe quando você vai precisar de uma xícara de açúcar, não é? Porque obviamente é para isso que vizinhos servem.

“Tocando” na bateria que não é minha

Lendo O Iluminado, vai me fazer ter cagaço de qualquer hotel a partir de agora, e estou extremamente ansioso para rever o filme, já que quando da ultima vez que eu vi, não deveria ter mais que dois neurônios na cabeça. O livro é bom pra caramba, apesar que acho bem parado em alguns momentos, mas é compreensível e justificável, eu que sou meio fresco mesmo. Mas de resto…REDRUM!

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